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terça-feira, 31 de janeiro de 2017
segunda-feira, 22 de agosto de 2016
Conexões de IoT já superam as de smartphones nos Estados Unidos

Caso alguém ainda tenha alguma
dúvida sobre o fato de a Internet das Coisas já ser uma realidade, aqui vai um
argumento consistente para fazê-lo mudar de ideia: pela primeira vez, as
operadoras dos Estados Unidos computaram que o número de conexões IoT superou
as de smartphones.
Segundo estatísticas compiladas pela Chetan Sharma Consulting,
quem consideram o segundo trimestre do ano, a quantidade de veículos conectados
às redes celulares norte-americanas superou o número de conexões de outros
aparelhos.
A consultoria estima que as telcos dos Estados Unidos conectaram
cerca de 1,4 milhão de veículos a suas infraestruturas nos últimos três meses.
A título de comparação, foram 1,2 milhão de telefones e menos de 900 mil
tablets conectados no mesmo período.
É importante salientar que as vendas de telefones entre abril e
junho não são tão intensas quando no final do ano, momento marcado pelo
lançamento de novos aparelhos e datas de estímulo ao consumo (como Natal e a
Black Friday). Porém, a estatística reforça a ideia de que IoT já se consolida
como uma realidade.
A AT&T, que lidera conexões para veículos, afirma que está
adicionando mais dispositivos enquadrados como Internet das Coisas do que
devices de telefonia pelos últmos sete trimestres consecutivos. Segundo a
Sharma, a operadora atenderá um total de 10 milhões de carros conectados a sua
rede em breve.
Segundo a consultoria, está demorando um pouco para que os
consumidores comecem a usar esses serviços embarcados nos automóveis. A
explicação está no fato de que muitas pessoas ainda preferem usar seus próprios
dispositivos pessoais para algumas tarefas que já poderiam ser executadas a
partir da tecnologia disponível nos veículos. Ao mesmo tempo, o modelo de negócios
ainda não está totalmente definido para impulsionar esse tipo de serviços.
Carros conectados, porém, não são os únicos dispositivos de IoT
nas redes de celular. A Sharma destaca outras aplicações, como sistemas de
gestão de frota e rastreamento logístico, além de sistemas orientados a cidades
inteligentes.
FONTE:
idgnow.com.br
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
Medicina em nível tecnológico.

Médicos da Universidade de Tóquio
reportaram que o sistema de inteligência artificial da IBM, o Watson,
diagnosticou um tipo raro de leucemia em uma mulher de 60 anos, que foi
diagnosticada incorretamente meses antes.
E o Watson levou apenas 10 minutos para isso. A tecnologia
conseguiu o feito ao comparar as mudanças genéticas da paciente com uma base de
dados de 20 milhões de artigos científicos sobre câncer. Ao oferecer um
diagnóstico preciso, médicos agora conseguirão dar um tratamento apropriado e
mais assertivo a paciente, aumentando as chances de sua recuperação. Segundo a
mesma universidade, Watson também diagnosticou outra forma rara de leucemia em
outro paciente.
O sistema de computação cognitiva da IBM tem sido alimentado com
casos e milhões de páginas de artigos de pesquisa desde 2011 e desde 2013 se
tornou disponível para médicos e companhias de seguro de saúde.
Pesquisadores ao redor do mundo têm colocado sistemas de
inteligência artificial como a próxima fronteira da medicina. O recente
diagnóstico feito pelo Watson reforça como a tecnologia pode ser útil no
contexto médico. Com tecnologias similares, médicos humanos não precisariam
gastar anos em pesquisa para identificar uma doença rara ou esperar para que
outros pesquisadores e universidades avancem a pesquisa. Para isso, eles só
precisariam informar os dados de um paciente. E com um diagnóstico preciso, o
processo de cura fica mais próximo da realidade.
Além de diagnosticar
doenças raras, o Watson poderia oferecer doses ideais de medicamentos para cada
paciente baseado em seu histórico genético.
A capacidade do Watson para analisar o significado e contexto da
linguagem humana e rapidamente processar informações para encontrar respostas
precisas, pode auxiliar nas tomadas de decisão de médicos e enfermeiros,
identificar conhecimentos e informações enterrados em grandes volumes de
informação e oferecer respostas que não podem ter considerado para ajudar a validar
as suas próprias ideias ou hipóteses.
Os pesquisadores da IBM passaram quatro anos desenvolvendo o
Watson. A máquina é capaz de processar 80 trilliões de operações (teraflops)
por segundo. Tem cerca de 2.800 núcleos de processadores IBM Power7 e 16 terabytes
de memória funcional. Na
construção do Watson, a IBM usou tecnologia do MIT, University of Texas,
University of Southern California, Rensselaer Polytechnic Institute, University
at Albany, University of Trento, University of Massachusetts e Carnegie Mellon
University.
FONTE:
idgnow.com.br
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Apple compra startup de Inteligência Artificial fundada por brasileiro

A Apple comprou na última semana
a startup de inteligência artificial Turi, criada pelo brasileiro Carlos
Guestrin. O negócio teria sido fechado por cerca de 200 milhões de
dólares, segundo informações da Bloomberg, que cita pessoas próximas do assunto
como fonte.
Iniciada em 2009 como um projeto open-source de Guestrin na
universidade Carnegie Mellon, a Turi também já foi chamada de GraphLab e Dato.
A Turi, que oferece serviços que auxiliam desenvolvedores que
trabalham com machine learning (aprendizado de máquina), possui sistemas que
permitem a criação de ferramentas de recomendação, detecção de fraudes e
análise de padrões de uso de consumidores, entre outras coisas.
Vale lembrar que recentemente a Apple também comprou outras
empresas de aprendizado de máquina como Emotient, Percpetio e VocallQ.
Procurada pela reportagem da VentureBeat sobre a aquisição, a
Apple disse apenas que compra empresas menores de tecnologia de tempo em tempos
e que não costuma comentar seus planos ou objetivos.
FONTE: idgnow.com.br
terça-feira, 16 de agosto de 2016
Empresa supera Apple e oferece US$500 mil para quem achar bugs no iOS

Uma empresa de segurança está
oferecendo até 500 mil dólares por informações sobre vulnerabilidades “dia
zero” no iOS, superando com folga o recém-anunciado programa da própria Apple.
Nesta terça-feira, 09/08, a Exodus Intelligence, com base no
Texas, vai pagar entre 5 mil dólares e 500 mil dólares por vulnerabilidades
“dia zero” relacionadas ao iOS 9.3 (ou versão mais recente).
Essas vulnerabilidades dia zero são falhas de software que não
foram detectadas pela Apple, o que as torna muito vulneráveis, especialmente
para cibercriminosos que podem usá-las para hackear iPhones.
O anúncio da Exodus pode acabar com o interesse de interessados em
participar do programas de caça de bugs da Apple, revelado há poucos dias com
recompensa máxima de 200 mil dólares por vulnerabilidades críticas.
FONTE: idgnow.com.br
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