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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Wove, computador flexível em formato de relógio, chega em 2016


Relógio vai usar versão customizada do Android 5.1 (Foto: Reprodução/Wove)
A era dos dispositivos vestíveis chegou para ficar, o que significa que os aparelhos da área tendem a se tornarem cada vez mais especializados e diferentes de gadgets como smartphones e tablets. 
Um exemplo é o Wove, um relógio inteligente que se destaca por ser o primeiro do tipo a possuir uma tela flexível que permite ser enrolada ao redor do pulso do usuário, aumentando sua área útil. O produto ainda está em fase de testes, mas deve chegar ao mercado na metade de 2016.
O Wove possui tela touch screen com 30 x 156 mm de área total e capacidade para resolução de 1040×200 pixels. Ela pode se conectar através de Bluetooth 4.0 e possui 4 GB de armazenamento máximo, além de 512 MB de memória RAM. A tela, no momento, está disponível apenas em preto e branco, mas uma versão colorida deve estar disponível no futuro.

O hardware é composto de um processador Freescale i.MX7 Dual Core Cortex-A7, sensor de movimento de nove eixos, incluindo acelerômetro e giroscópio, motor de vibração e bateria de 230 mAh.

O relógio possui um sistema operacional específico chamado Wove OS, que foi baseado no Android 5.1 e será disponibilizado em código aberto para que desenvolvedores possam criar seus próprios aplicativos antes mesmo do primeiro protótipo chegar ao mercado, o que deve acontecer em dezembro. O Wove possui suporte a Java, HTML5, CSS3, Javascript e ferramentas gráficas.
Relógio possui tela flexível que pode girar ao redor do pulso (Foto: Reprodução/Wove)
O Wove foi criado pela Polyera, que há dez anos estuda e desenvolve a tecnologia para telas dobráveis. A expectativa, segundo seu CEO, Phil Inagaki, é criar um produto que tenha sido desenhado desde o início para o pulso, e não seja apenas um smartphone com tela menor.

Para isto, a empresa quer explorar a forma como o usuário interage com a tela do Wove, que é maior que a de um smartwatch comum. Um exemplo é a forma como o relógio interage com notificações: ao receber uma mensagem, o usuário não precisaria tocar na tela para lê-la, bastando apenas girar o pulso para que ela abra automaticamente.
A versão final do Wove ainda deve passar por revisões de design voltadas a tornar o produto mais elegante. A expectativa é que o relógio seja vendido em diversas cores. O preço final dele ainda não foi revelado, mas a Polyvera adiantou que ele deve ser mais barato que os concorrentes atuais disponíveis no mercado.

Fonte: Wove

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Já conhece o USB Armory?

Computador usa componentes pequenos e é do tamanho de um USB (Foto: Reprodução/Crowd Supply)

Mini PC em formato de pen drive promete mais segurança, USB Armory , mede aproximadamente 65 x 19 x 6 mm. Ele é equipado com uma placa Freescale i.MX53 ARM Cortex-A8 de 800MHz e possui 512 MB de memória RAM DDR3, compatibilidade para cartão microSD e um LED que pode ser controlado pelo usuário a vontade.

Ele pode ser conectado a outro computador através de uma entrada USB e, a partir daí, dependendo das necessidades do usuário, ser usado de várias maneiras, como armazenamento de dados criptografados, roteador para Tor, armazenamento de Ele foi desenvolvido para rodar distribuições de Linux, ou seja, softwares de código aberto. O sistema operacional padrão são as distribuições Debian ou Ubuntu, que são carregadas a partir do cartão SD

A Inverse Path, fabricante do Armory, também disponibiliza um adaptador USB, que permite que ele seja usado em conjunto com hubs para conectar outros periféricos, como telas, teclados, mouses ou mesmo dongles para acesso à Internet.

O ponto forte do acessório é que ele pode ser usado como dispositivo extra de segurança, armazenando dados criptografados ou senhas, dificultando que elas sejam roubadas caso ele seja usado mesmo em computadores com pouca proteção. O grande problema do Armory, por outro lado, é que ele é voltado para pessoas experientes em Linux, já que toda a sua configuração deve ser feita manualmente. Isto acaba afastando o usuário comum, que precisa de uma solução mais simples e intuitiva para seus problemas.

O Armory ainda está em fase de desenvolvimento e deve chegar as lojas a partir de novembro de 2015. O computador já está em pré-venda e pode ser comprado por US$ 130 (cerca de R$ 510). Ele pode vir acompanhado de um cartão SD de 32 GB com Debian pré-instalado ao custo de US$ 30 (R$ 117).

O adaptador USB, por sua vez, sai por US$ 10 (R$ 39) e uma capa de proteção para o stick é vendida por US$ 15 (R$ 60). A entrega pode ser feita no Brasil por um adicional de US$ 5 (R$ 20).
Fonte: TechTudo

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Kit para Windows 10 de Internet Of Things funciona com Raspberry Pi 2

A Microsoft lançou um kit desenvolvimento que promete facilitar o caminho de quem deseja se aventurar por sua nova plataforma para dispositivos inteligentes usando um Raspberry Pi 2. O Windows IoT Core Starter Kit contém todo o material necessário para começar a explorar as possibilidades do sistema operacional feito para a Internet das Coisas, incluindo até um cartão de memória com essa versão do Windows instalada.
Disponibilizado para compra desde a data 24/09/2015, porém, o kit já se encontra esgotado.
Microsoft lança kit para desenvolvedores com instruções básicas do Windows IoT Core (Foto: Divulgação)Microsoft lança kit para desenvolvedores com instruções básicas do Windows IoT Core (Foto: Divulgação)
Além do cartão de memória com o Windows pré-carregado, o kit que atraiu tanto a atenção dos desenvolvedores a ponto de se esgotar em poucos dias consiste de um conjunto de sensores compatíveis, componentes eletrônicos, fios e cabos que foram verificados para funcionar com o Windows 10 IoT Core alguns códigos básicos para começar a criar um projeto de Internet das Coisas imediatamente.
Kit também acompanha sensores e cabos certificados pela Microsoft (Foto: Divulgação)Kit também acompanha sensores e cabos certificados pela Microsoft (Foto: Divulgação)
Embora ainda não haja previsão para que o kit possa ser comprado novamente, é possível receber uma notificação de disponibilidade fornecendo seu e-mail no site da Adafruit, parceira da Microsoft que fornece o kit. O conjunto contendo um Raspberry Pi 2 custa US$ 114,95 (~R$540,00), enquanto o kit sem o controlador é vendido por US$ 75 (~R$ 352,50). Para obter os materiais de iniciação ao Windows IoT Core, também é necessário ser membro do programa Windows Insider. Acesse o site da Microsoft para obter instruções e baixar os programas necessários.
Via Microsoft

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

CEO da Microsoft visita o Brasil e incentiva jovens a ensinar código

Satya Nadella, CEO da Microsoft, reforçou o compromisso da companhia com a educação de programadores e apoio a novos empreendedores, em sua primeira visita como líder da gigante de Redmond ao Brasil. “Queremos empoderar indivíduos e empresas para fazerem mais”, disse Nadella, em uma palestra a alunos da Faculdade Anhembi Morumbi, em São Paulo. A presença do diretor-executivo da fabricante doWindows 10 serviu de fechamento para a Windows Insights Week. 
Durante a visita, Nadella apresentou iniciativas como o DreamSpark, que disponibiliza pacotes de software gratuitos para algumas das maiores faculdades nacionais, e eventos como o Imagine Cup. O Cup é uma espécie de Copa Mundial de jovens empreendedores, realizada pela Microsoft desde 2003 e que já conta com uma série de equipes brasileiras entre os finalistas. 

Derrubar as barreiras de entrada

“A ideia é realmente fornecer o software, tecnologia e sistemas em nuvem para qualquer um criando uma companhia”, disse Satya Nadella. “Porque, de início, queremos que vocês façam o inimaginável sem o fardo do custo, queremos derrubar barreiras de entrada”, explica.
Para a plateia de alunos no auditório do Anhembi Morumbi, o CEO também lançou um desafio. “Cada um de vocês aqui que estão aprendendo tecnologia hoje tem uma responsabilidade real além do aprendizado: a de ensinar código”. O desafio de democratizar acesso à formação computacional, relata Nadella, passa também por gerar professores. “Todos vocês, que são apaixonados por tecnologia, não apenas deveriam aprender, também lhes encorajo a voltar aos seus bairros, voltar a lugares que ninguém vai, e ensinar”, disse.
O executivo recebeu no palco representantes de iniciativas parceiras, como a CDI que ensina computação e empreendedorismo digital para jovens carentes, e os responsáveis pelo eFit Fashion, projeto de um grupo da USP, que permite criação automatizada de moldes de roupa e vencedor do Imagine Cup em julho. Satya Nadella disse ainda acreditar no potencial inovador do país, e sugeriu: “Muitos (aqui) vão encontrar soluções que irão resolver problemas globais”, disse.
Satya Nadella falou também sobre a tecnologia de armazenamento em nuvem. Segundo o CEO, além de ser uma “mudança de paradigma” na forma como a companhia cria seus produtos, a tecnologia tem como valor principal a mobilidade. “Não mobilidade para um único dispositivo, mas mobilidade para as pessoas”, completa. “Isso é possível apenas pela nuvem”, encerra.
Ambiente de trabalho do futuro
O executivo também comentou a visão da Microsoft sobre o ambiente de trabalho do futuro, inserido em um mundo de computação densa e economias em retração. “Fundamentalmente, a natureza do trabalho está transitando da lógica de ferramentas pessoais para o diálogo em grupos”, diz Satya Nadella.
É uma filosofia interna que vem ganhando corpo com os últimos lançamentos da companhia: o Windows 10 funciona nativamente em uma gama de dispositivos, entre PCs, tablets e smartphones, enquanto o pacote Office 2016 traz na bagagem ferramentas de trabalho em grupo e facilita o compartilhamento de arquivos – nada de muito novo para quem usa serviços como o Google Drive, mas ainda assim um passo importante para a empresa no mundo da nuvem.
“Nós acreditamos que a tecnologia digital pode empoderar qualquer pessoa, mas pode ser amplificada ao conectar pessoas no contexto de organizações”, finaliza o CEO.