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terça-feira, 16 de agosto de 2016

Empresa supera Apple e oferece US$500 mil para quem achar bugs no iOS




Uma empresa de segurança está oferecendo até 500 mil dólares por informações sobre vulnerabilidades “dia zero” no iOS, superando com folga o recém-anunciado programa da própria Apple.
Nesta terça-feira, 09/08, a Exodus Intelligence, com base no Texas, vai pagar entre 5 mil dólares e 500 mil dólares por vulnerabilidades “dia zero” relacionadas ao iOS 9.3 (ou versão mais recente).
Essas vulnerabilidades dia zero são falhas de software que não foram detectadas pela Apple, o que as torna muito vulneráveis, especialmente para cibercriminosos que podem usá-las para hackear iPhones.
O anúncio da Exodus pode acabar com o interesse de interessados em participar do programas de caça de bugs da Apple, revelado há poucos dias com recompensa máxima de 200 mil dólares por vulnerabilidades críticas.

FONTE: idgnow.com.br

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

CEO e fundador da Google Ventures, Bill Maris deixa companhia

  Bill Maris, CEO e fundador do braço de investimentos do Google está deixando a companhia, segundo informações da Recode. 
Nessa quarta-feira (10), o site publicou uma entrevista com o executivo. Segundo Maris, a decisão de deixar a companhia é pessoal e também “por que tudo está ótimo” com a GV (Google Ventures). "Eu tenho um filho de 11 meses e uma esposa. E eu quero de fato ficar mais tempo com eles. É uma missão cumprida para mim", diz.
 “A GV é vista como uma operação de capital de risco bem sucedida ao redor do mundo. Se não estivesse em ótimas condições, seria o momento errado para sair. Eu estou deixando a companhia por que tudo está ótimo”, complementa.
 Oficialmente, Maris deixa a empresa na sexta-feira e será substituído por David Krane, sócio-manager da Google Ventures. 
 Maris é neurocientista de formação e transformou a GV em uma das empresas de investimento mais notáveis do mercado, confiando em dados científicos para suas decisões de aporte. A empresa, fundada em 2009, investiu em mais de 300 companhias, incluindo o Uber. 
 Indagado pelo repórter Mark Bergen, do Recode, se sua saída teria relação com a criação da Alphabet (holding lançada no ano passado para agrupar todas as divisões de negócio do Google), Maris nega. "Não tem nada a ver. Por que a mudança para Alphabet nos trouxe pouco impacto. Nós fomos independentes desde o primeiro dia", ressalta. 
 Reportagem da Fortune lembra que Maris é o segundo CEO de uma companhia da Alphabet a pedir demissão neste ano, seguido de Tony Fadell, da Nest, em junho. Chris Urmson, membro chave do projeto de carros autônomos do Google, também deixou a companhia recentemente.

Sobre seus planos futuros, Maris diz que precisa de um pouco de tempo e isolamento. "Eu sou uma pessoa criativa. E eu acredito que um mês ou dois me ajudará a incubar algumas ideias".

FONTE: idgnow.com.br

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Designers defendem Apple em disputa de patentes com Samsung




Nova York - A Apple mereceu as centenas de milhões de dólares em danos pagos pela Samsung Electronics por violar designs patenteados do iPhone, porque a aparência distintiva do produto leva as pessoas a comprá-lo, afirmou um grupo de profissionais da indústria de design à Suprema Corte dos Estados Unidos nesta quinta-feira.
Diferente de uma série de empresas do Vale do Silício que saíram em defesa da Samsung, mais de 100 designers e educadores assinaram um novo documento judicial apoiando a Apple.
Entre eles estão nomes famosos da indústria da moda, como Calvin Klein, Paul Smith e Alexander Wang, além do diretor de design industrial na Parsons School of Design, o diretor de design da Bentley Motors e Tony Chambers, o editor-chefe da revista Wallpaper.
A Samsung entrou com um recurso na Suprema Corte sobre parte do pagamento de 548 milhões de dólares feito à Apple em dezembro passado relacionado a um veredito do júri de 2012.
A Samsung diz que parcela de 399 milhões desse montante, fixado por copiar o design do iPhone, é excessiva, acrescentando que certos fatores contribuíram apenas marginalmente para um produto complexo.
A Apple abriu o processo em 2011, alegando que a empresa de eletrônicos sul-coreana roubou sua tecnologia e a aparência do iPhone.
Em maio passado, o Tribunal de Apelação dos EUA para o Circuito Federal em Washington confirmou o veredito de 2012 de violação de patente, mas anulou a responsabilidade da Samsung por violação de marca.
Os designers que apoiam a Apple disseram nesta quinta-feira que, na mente dos consumidores, a "aparência do produto passa a representar recursos, funções e experiência total do usuário".
Roubar um projeto pode levar a perda de vendas, e a Apple merece ser compensada por isso com lucros totais do infrator, disseram.


Fonte: Exame

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Alphabet recebe autorização dos EUA para testar drones




O governo dos Estados Unidos anunciou na terça-feira (2) que a Alphabet, empresa que controla o Google, foi autorizada a conduzir testes com drones em solo norte-americano. A iniciativa faz parte de uma série de ações divulgadas pela Casa Branca para incentivar o uso dos veículos aéreos não tripulados (vants).

A unidade da Alphabet a conduzir os voos será o Project Wing. A Casa Branca não revelou onde os testes ocorrerão. Informou apenas que serão nas instalações da Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês).

Nos sobrevoos, o Project Wing irá testar a entrega de cargas e viagens fora do campo de visão do operador da aeronave, que fica no solo. A empresa, uma das muitas que fica abaixo do guarda-chuva da Alphabet, também desenvolverá um sistema de gerenciamento de voo para drones de baixa altitude (120 metros). De acordo com a Casa Branca, essa plataforma será compartilhada com o poder público.

Além da liberação oficial para a dona do Google colocar seus drones para decolar, o governo dos EUA anunciou outras medidas.
No campo das regras, a FAA elabora uma proposta para regulamentar as Operações de Pequenas Aeronaves Não Armadas sobre Pessoas, que deve sair no fim de 2016. Esse documento trará regras para sobrevoos sobre multidões, como para fazer filmagens, sobre instalações.

A Fundação Nacional de Ciência (NSF, na sigla em inglês) destinará durante cinco anos US$ 35 milhões para financiar pesquisas relacionadas ao uso de drones no monitoramento, inspeção e reconhecimento. Essas iniciativas contarão com o apoio da Nasa.
O Departamento de Interior, que já usa drones para debelar incêndios, começará a se preparar para usar aeronaves não-tripuladas em missões de resgate a partir de 2018 e em entregas a lugares remotos em 2017. O Serviço Postal dos Estados Unidos se comprometeu a apresentar estudos sobre a aplicação de drones na entrega de correspondência e de pacotes.

Além da Alphabet, outras empresas também fazem parte da iniciativa.  Zipline Internacional, Ellumen, ASD Healthcare e a Bloodworks Northwest demonstrarão como os drones podem auxiliar na entrega a comunidades remotas de material médico, como remédios e até sangue.
A startup Flirtey, a primeira nos EUA a usar drones para levar ajuda média, se uniu ao International Medical Corps para ampliar a iniciativa.

Fonte: G1